Educação Internacional

 

EDUCAÇÃO INTERNACIONAL

Colégio Santa Úrsula firma convênio com Cambridge Assessment International Education, tem ensino bilíngue desde o Infantil e passa a integrar seleto grupo de escolas brasileiras que oferecem créditos de ensino superior para seus alunos cursarem universidades nos EUA

Os pais que matricularem seus filhos no Colégio Santa Úrsula para o ano letivo de 2019 terão a oportunidade de lhes oferecer um programa educacional inovador e inédito em Ribeirão Preto (SP), que refletirá e contribuirá de forma decisiva para o futuro deles: Educação Internacional, real e aplicada a seu cotidiano. “Não se trata de, apenas, oferecer mais inglês, mas, principalmente, de mudar a mentalidade, a abordagem do ensino a partir da Educação Infantil”, afirma a diretora, irmã Helenice de Souza.

            Segundo o coordenador de Educação Internacional do Colégio Santa Úrsula, Rafael Bianchi, a mudança está chancelada por uma das mais importantes e respeitadas instituições filantrópicas de ensino do planeta, Cambridge University (Reino Unido), por meio de seu Departamento de Educação Internacional, Cambridge Assessment International Education.

            “Para sermos aprovados em todo o processo, seguimos rigorosos parâmetros exigidos para o credenciamento do colégio, o que inclui a formação de uma equipe pedagógica e um Corpo Docente altamente qualificados e especializados. A partir de agora, o Santa Úrsula passa a fazer parte de uma rede mundial de escolas – Cambridge International Schools – que usam este mesmo padrão. Em Ribeirão Preto somos a primeira”, ressalta Bianchi.

            Os programas de Educação Internacional de Cambridge também abrem portas para grandes universidades – nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Canadá e Austrália, por exemplo. O currículo, que já está alinhado a BNCC (Base Nacional Comum Curricular), é desenvolvido com sucesso em 160 países, atendendo, anualmente, quase um milhão de estudantes. “Nosso aluno ganhará mobilidade e confiança para ter sucesso em qualquer contexto educacional. A Educação Internacional é um passaporte para o mundo”, complementa.

 

Global Perspectives

            Haverá, de acordo com irmã Helenice de Souza, uma forte aplicação no Inglês, não mais como língua estrangeira, mas como língua adicional, um conceito moderno, que deixa de lado o ensino dito instrumental e o torna inclusivo, respeitando todas as etapas do desenvolvimento da criança e do adolescente. O professor também terá maior flexibilidade para ensinar. “Não focaremos na obrigatoriedade, na cobrança, por exemplo, de tempos verbais ou uma ‘decoreba’ de vocabulário. As aulas serão direcionadas ao cotidiano, com atividades práticas que façam parte da rotina dos próprios estudantes”, diz.

            Na matrícula para 2019, cuja reserva de vaga já pode ser feita a partir de outubro no Colégio Santa Úrsula, os pais poderão optar pela Educação Internacional, da Educação Infantil até o Ensino Médio, na modalidade de ensino integral. Além do currículo padrão de cada série, haverá frentes adicionais programáticas, com aulas de Ciências, Matemática e Educação Global (Global Perspectives).

            Bianchi ressalta que será oferecida uma “forte e sólida base linguística em inglês” aos alunos de forma que “todos possam ser elegíveis para a Educação Internacional”, participando de forma ativa das disciplinas adicionais. O Colégio Santa Úrsula ampliará de duas para cinco as aulas de Língua Inglesa por semana.

 

Do Ensino Médio para a universidade americana

            A Língua Inglesa sempre teve destaque na formação de professores e alunos do Colégio Santa Úrsula. Tanto que há um ano foi implantado na grade do ensino integral, para alunos do Infantil e do Fundamental 1, o bilinguismo a partir do modelo CLIL (Content and Language Integrated Learning ou Aprendizagem Integrada de Conteúdo e Linguagem). Ele se difere daquelas tradicionais aulas de idioma estrangeiro, que se baseiam em cobranças somativas e busca por notas bimestrais. Aqui a metodologia pressupõe atendimento individualizado e avaliação formativa, sem massificar resultados.

            Toda a experiência adquirida possibilitou o credenciamento da escola para uma nova etapa. Além da implantação de currículo Cambridge International, o Colégio Santa Úrsula está entre as primeiras escolas no Brasil a oferecer o programa Dual Enrollment (Dupla Matrícula) no Ensino Médio. A partir de 2019, os estudantes do Ensino Médio poderão cursar, caso queiram, 60 créditos que lhes permitirão entrar em uma universidade americana. A parceria com a Bluefield College – universidade americana fundada em 1920, com mais de 40 cursos de graduação ofertados – foi firmada por intermédio da Liaison America. A empresa americana fomenta parcerias entre instituições educacionais de grande prestígio no Brasil e nos Estados Unidos.

            Ao contrário do que ocorre no Brasil, quando o estudante tem que fazer todos os créditos da profissão que escolheu desde o primeiro dia de aula, nos EUA o aluno do Dual Enrollment faz dois anos de disciplinas básicas gerais e somente opta pela carreira nos anos seguintes. Quem estudar no Colégio Santa Úrsula “pulará” a primeira etapa, por já ter cumprido os créditos aqui no Brasil. “É diferente de High School – Ensino Médio – que muitas escolas em Ribeirão Preto oferecem”, fala irmã Helenice de Souza.

            Quem optar, por exemplo, por algum curso de graduação oferecido pela Bluefield College não precisará fazer exames para ingressar no ensino superior americano. “Mas caso o estudante queira cursar qualquer outra universidade dos EUA, o convênio garante a legalidade dos créditos feitos em nossa escola durante o Ensino Médio”, afirma a diretora.

            O novo programa prevê que os estudantes tenham acompanhamento on-line com professores americanos da própria universidade. Também haverá mentoria local, para acompanhamento e suporte em todas as etapas do processo.

            “É um sistema extremamente sério. O estudante precisa de uma média global de 7,6 pontos ao longo de todo o curso para se manter no programa. Também deve ter proficiência linguística certificada para ingressar na universidade”, completa o coordenador da Educação Internacional do Colégio Santa Úrsula, Rafael Bianchi.



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